A Georgia e a Meire propuseram uma blogagem coletiva para que pensemos naquilo que fazemos para ajudar a resolver o problema do analfabetismo no Brasil. Uma blogagem não para reclamar, mas para apontar soluções que nós mesmos podemos fazer ou já estamos fazendo.
Vou extrapolar um pouco o conceito de analfabestismo (e suas nuanças como o analfabetismo funcional) para falar sobre uma “espécie” de analfabeto: o analfabeto ambiental. O Lili é um blog que pretende desenvolver temas ligados à Educação Ambiental e, por essa razão, tomei a liberdade de participar da blogagem, mesmo correndo o risco de “fugir” do assunto direto.
Mas, se pensarmos num conceito de alfabetização como a capacidade de entender o mundo e com ele interagir (para a qual a leitura e a escrita contribuem, sem dúvida), vemos que, nas questões do meio ambiente, muita gente ainda é “analfabeta”, isto é, é incapaz de ler e compreender a natureza, pois falta-lhes o instrumental básico (correspondente à leitura e à escrita na alfabetização tradicional).
Nesse sentido, posso dizer que tenho feito alguma coisa. Um exemplo recente foi uma palestra que dei para o corpo docente da escola da minha filha, sobre desenvolvimento sustentável, aquecimento global, conservação domeio ambiente, etc…, e de como elas poderiam desenvolver projetos educacionais, na área ambiental, com as crianças da escola.
É uma forma de colaborar para a diminuição do analfabetismo, mesmo que tenha “forçado” o conceito e a proposta da Georgia e da Meire. As fotos abaixo são do evento:
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