Publicado por: Luiz Afonso Escosteguy | Janeiro 26, 2009

Educação (ambiental) começa em casa

Pequenas coisas que todos podemos fazer em casa para despertar o cuidado com o meio ambiente na crianças. Afinal, é de pequeno que se torce o pepino, né?

Plantei um pequeno pé de tomate para a minha filha. Ela colocou a terra e as sementes no vaso e também regou. Ao longo do tempo eu mostrava para ela o crescimento da plantinha.

Certamente isso não salvará o mundo, mas em três ou quatro vasos (o que qualquer um pode ter em casa, para temperinho verde, alface…) podemos desenvolver o amor pela natureza nos nossos futuros adultos.

Seis meses depois, olha no que deu (palavras dela, hehheh).

Ontem, finalmente, pude colher e comer o meu tomatinho. Olhem só:

Aí eu estou colhendo. Foi meio difícil de arrancar do pé, mas papai me ajudou e eu consegui.

tomate01

Olha eu aí com o tomatinho já colhido:

tomate02

Papai disse que eu precisava lavar o tomatinho antes de comer. Foi o que eu fiz:

tomate03

Logo depois papai cortou pra mim:

tomate04

Gente, que coisa gostosa esse tomatinho:

tomate05

tomate06

Ainda bem que tem outro lá no pé. E já está quase maduro, oba!

Publicado por: denise | Junho 29, 2008

O mundo é nosso

Perguntei aos alunos do 7º ano o que eles pensam
dos adultos que não cuidam do meio ambiente.
E aqui está a opinião da Mariana:

Como todos sabemos, no mundo ocorrem vários problemas. Mas estes problemas não são irreversíveis! Ainda podemos salvar o nosso planeta.

Se nós não desperdiçarmos energia elétrica, estamos preservando o meio ambiente. Como podemos fazer isto? Simples! Não ligando a luz de dia, não ligando o ventilador no frio. O mesmo podemos fazer com a água. Afinal, o desperdício de água também é um problema sério!

Em relação aos animais: também podemos protegê-los, cuidar deles. Podemos ajudar não caçando e denunciando as pessoas que caçam e maltratam.

Como os outros fatores, a poluição do ar também é causada pelo ser humano. Ela ocorre devido à fumaça que sai das chaminés das indústrias e de carros. Podemos pedir aos nossos pais que coloquem gás (GNV) , em vez de gasolina, em seus carros.

Os adultos também poderiam ajudar. Mas, só alguns se preocupam. Isso é ruim, porque eles devem dar o exemplo aos seus filhos.

Mariana, 11 anos
imagem: daqui

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Publicado por: denise | Junho 14, 2008

Crianças a serviço da causa ambiental

Aproveitando o gancho que a Luz deixou no neste post do Faça a sua Parte, minha aposta também é nas crianças, e adolescente também, porque estão na fase de ir contra o sistema. Então, quando realizamos ações que visem a conscientizá-los da importância de cuidar da natureza, a probabilidade de resultados é infinitamente mais eficiente do que se tentarmos educar os adultos (certo, Afonso ?).

A conscientização sobre a necessidade de conservação e defesa do meio ambiente para presentes e futuras gerações é prevista na Lei 9.795/99, inciso VI do parágrafo 1º do art. 225 da Constituição Federal de 1988que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental: “promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”.

É possível, de forma criativa, mudar o comportamento dos pequenos estudantes e torná-los agentes de defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado e saudável. Projetos que explorem fatos do cotidiano dos aluno e que possam ser desenvolvidos contínua e profundamente ao longo do ano letivo, são eficientes porque permitem que o aluno perceba como ele pode interferir crítica e responsavelmente sobre sua realidade ambiental. A aprendizagem será mais efetiva se a atividade estiver adaptada às situações da vida real da cidade, ou do meio em que vivem aluno e professor.

As imagens mostram a realização de um projeto de conscientização sobre a responsabilidade de combate à dengue. Crianças, bem pequenas, participaram da confecção de cartazes e de máscaras dos “mosquitinhos’ da dengue, usando material reciclado. Foram em todas as salas de aula do colégio e deram seu recado para os colegas.Certamente seus pais estarão cientes de que fazer a coisa certa depende deles, pois as crianças são bem pequenas e não têm o poder de decidir sobre a organização da casa e da familia. Mas o recado está dado, não acham?

Certamente não vamos, sozinhos, resolver os problemas do nosso planeta, mas podemos contribuir para que as próximas gerações, as dos nossos filhos e netos, encontrem uma Terra melhor. Nos próximos 50 anos, muitos de nós terão descendentes próximos ainda vivos, pois muitas das pessoas que nasceram hoje, ainda estarão vivas. Portanto, que cada um faça a sua parte e da melhor forma possível. Pelos nossos filhos e pelos filhos de nossos filhos.

Imagens: Alunos do Ensino Fundamental -Colégio SEPLER – RJ

Referências:

Ambiente Brasil – Educação Ambiental
Educação Ambiental Urbana – uma alternativa de ensino nos grandes centros urbanos

Publicado por: Luiz Afonso Escosteguy | Junho 5, 2008

Blogagem coletiva do Faça a sua parte: Dia Mundial do Meio Ambiente

Lili também participa da Blogagem coletiva do Faça a sua parte mostrando as ações da Escola Educar.

O projeto de Educação Ambiental (Projeto Sustentável), que vem sendo desenvolvido desde 2007, tem uma proposta cristalina: desenvolver crianças e meio ambieente. Explico: não se trata de desenvolver NAS crianças o senso de preservação do meio ambiente mas, sim, de fazê-las crescer com o meio ambiente como parte de si. Não haverá diferença. Quando adultos, será natural para essas crianças preservar o meio ambiente, pois estarão preservando a si mesmas. É a diferença entre o “ter” o meio ambiente, para dele abusar, e o “ser” meio ambiente, para com ele apenas usufruir.

Há, na escola, um verdadeiro entendimento de que essa filosofia implica em ações diárias, e não apenas em dias especiais. Mas dias especiais também são importantes. Mais ainda quando tratamos de crianças, zelosas que são daquilo que produzem. É importante, para elas, que os pais saibam o que fazem; que vejam o produto do seu desenvolvimento; que sintam o retorno prazeiroso e carinhoso dos pais apontando para seus trabalhos.

E hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente, foi o dia de mostrar o dia-a-dia. Dia das crianças mostrarem para os pais como estão se desenvolvendo em perfeita harmonia e comunhão com o meio ambiente. Essa é a importância de comemorarmos uma data especial.

Dois momentos onde a razão não impera: do sentir a terra nas mãos ao preparar o alimento que satisfaz a fome. É puro sentimento. E é do desenvolvimento desse sentimento que nascerá uma nova espécie: o homo sapiens ambientalis. Não mais o homo sapiens sapiens, apartardo da natureza; regido pela razão econômica.

As demais fotos pertencem à exposição que a escola realizou hoje:

Publicado por: Luiz Afonso Escosteguy | Abril 18, 2008

O que voce faz para acabar com o analfabetismo no Brasil?

A Georgia e a Meire propuseram uma blogagem coletiva para que pensemos naquilo que fazemos para ajudar a resolver o problema do analfabetismo no Brasil. Uma blogagem não para reclamar, mas para apontar soluções que nós mesmos podemos fazer ou já estamos fazendo.

Vou extrapolar um pouco o conceito de analfabestismo (e suas nuanças como o analfabetismo funcional) para falar sobre uma “espécie” de analfabeto: o analfabeto ambiental. O Lili é um blog que pretende desenvolver temas ligados à Educação Ambiental e, por essa razão, tomei a liberdade de participar da blogagem, mesmo correndo o risco de “fugir” do assunto direto.

Mas, se pensarmos num conceito de alfabetização como a capacidade de entender o mundo e com ele interagir (para a qual a leitura e a escrita contribuem, sem dúvida), vemos que, nas questões do meio ambiente, muita gente ainda é “analfabeta”, isto é, é incapaz de ler e compreender a natureza, pois falta-lhes o instrumental básico (correspondente à leitura e à escrita na alfabetização tradicional).

Nesse sentido, posso dizer que tenho feito alguma coisa. Um exemplo recente foi uma palestra que dei para o corpo docente da escola da minha filha, sobre desenvolvimento sustentável, aquecimento global, conservação domeio ambiente, etc…, e de como elas poderiam desenvolver projetos educacionais, na área ambiental, com as crianças da escola.

É uma forma de colaborar para a diminuição do analfabetismo, mesmo que tenha “forçado” o conceito e a proposta da Georgia e da Meire. As fotos abaixo são do evento:

Publicado por: Luiz Afonso Escosteguy | Março 30, 2008

Analfabetismo

Lili é um blog de educação ambiental. A educação ambiental prescinde, de certa forma e em certa medida, da educação formal. Não é necessário saber ler e escrever para aprender a conservar a natureza, a separar o lixo, a economizar água e energia elétrica, a ter, enfim, hábitos ecologicamente sadios.

A educação formal, no entanto, se torna imprescindível se desejarmos ter mais do que apenas pessoas que conservem o meio ambiente. É imprescindível para termos cidadãos que entendam o mundo onde vivem. E por ele lutem.

Nesse contexto é que a Lili vai participar da blogagem coletiva promovida pela Georgia e pela Meire, cujo texto de chamada reproduzimos:

A convite da Georgia, o P&P e a Meiroca estao colaborando e apoiando a proxima blogagem coletiva, que acontecera’ no dia 18 de abril, dia do livro, com o titulo “O que voce faz para acabar com o analfabetismo no Brasil?”
Esperamos contar com a adesao de muitos de voces para que juntos possamos acabar com o estigma (marca) de analfabeto.
Participem e divulguem em vossos blogs, os selos estao logo abaixo.
Agora com voces as palavras da Georgia.


“Um país se faz com homens e livros”
Monteiro Lobato

Ao ler sobre o assunto aqui, tão bem escrito por Ataíde Lemos, fiquei assustada que ainda possa existir no Brasil um número de analfabetos tão expressivo.

“O Brasil foi reprovado em: Ciências, Matemática e Leitura. Ocupando o 53º lugar dentre os 55 países que foram submetidos à pesquisa, que foi feita pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Ele lança a pergunta: Qual será o futuro de um país onde a educação está relegada ao segundo ou terceiro plano? “

Devo confessar a vocês que esta pergunta me incomodou muito nos últimos dias. Assim, desejei fazer algo, como uma blogagem, onde pudéssemos discutir o assunto e propor soluções. Parece-me uma boa idéia, agora.

Quando eu vivia no Brasil, durante dez anos trabalhei alfabetizando as crianças de rua ali na Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro. Os adultos em algumas escolas à noite e na Favela da Rocinha, durante dois anos. Fiz isso voluntariamente nos meus horários livres. Nunca recebi um centavo. Mas a satisfação veio por ter levado a leitura a quem não sabia ler e escrever.

O Brasil se ilude imaginando que o analfabetismo diminuiu, mas sabemos que não e as estatísticas provam isso.

Fora isso, a qualidade de ensino caiu muito e feio. Mesmo não vivendo mais no Brasil tenho acompanhado as estatísticas. São tantas coisas que envolvem o ensino, que não dá para separá-los. Os problemas são sérios e grandes. No fundo, eles acabam afetando sempre a classe mais pobre e aí, a criança, o adolescente e os jovens não querem ir à escola porque precisam ajudar a mãe ou o pai nas despesas da casa.

Dói-me o coração quando alguém me diz que não sabe ler nem escrever. Imagine, num tempo desses, onde tudo está ligado através de internet, onde podemos fazer tantas coisas. Mas tudo pára exatamente na escrita.

“Mais grave ainda é a situação do Nordeste, que tem o mais elevado índice de analfabetismo entre as cinco regiões do país.
- Mostrar texto das mensagens anteriores -

“Na média, um em cada cinco nordestinos declarou que não sabe ler nem escrever um bilhete simples.”

Leia daqui:
“Brasil tem segundo maior índice de analfabetismo da América do Sul”
“O contingente de analfabetos no Brasil acima de 15 anos, 14 milhões de pessoas, coloca o país no grupo das 11 nações com mais de 10 milhões de não-alfabetizados, ao lado do Egito, Marrocos, China, Indonésia, Bangladesh, Índia, Irã, Paquistão, Etiópia e Nigéria.”

Os dados sobre o analfabetismo são alarmantes.

A intenção da Blogagem Coletiva não é promover blog algum, mas tem por finalidade trazer novas idéias para combater o analfabetismo.

Não gostaria que ficássemos só nas críticas, reclamando que o Brasil é assim, que não tem jeito, que os políticos não ajudam. Disso, todos nós já sabemos.

Mas eu gostaria que apresentássemos soluções viáveis.

Por exemplo:

A) Como poderíamos ajudar?

B) Como a escola do meu filho, do meu neto, poderia ajudar? Poderia fazer o quê?,

C) Como eu poderia me integrar num plano desses, junto a uma escola, e ajudar voluntariamente? Talvez à noite alfabetizando…

Talvez você possa levar essa idéia para a escola mais próxima a você.

D) A própria escola poderia oferecer um curso de 3 meses noturno para a família. O próprio aluno levaria o convite para os pais e outros familiares. A escola dele estaria empenhada em termos de alfabetização dos adultos.

E) Talvez você pertença a uma igreja. Quem sabe os membros da sua igreja possam ajudar a própria membresia a aprender a ler, escrever e oferecer ao bairro essa possibilidade?

Enfim, a Blogagem Coletiva contra o Analfabetismo tem essas finalidades: ,

Pensarmos em soluções e apresentá-las no bairro em que vivemos.

Quem sabe até, apresentá-la ao Prefeito da sua cidade?

Fica aqui o meu apelo e minha convocação para esta blogagem, que tem o apoio total da Meire . Foi ela quem fez estes selos lindos para a nossa blogagem.

Dia 18 de abril, dia Nacional do Livro. Dia da nossa Blogagem Coletiva contra o Analfabetismo. Pegue seu selinho, ajude a divulgar. Participe.

Muito obrigada e um grande abraço

Georgia Aegerter

Publicado por: denise | Março 3, 2008

Aquecimento: a doença do mundo

Formando opinião sobre a morte e a preservação da vida

Baseando-se na leitura do texto Pássaro em vertical, de Libério Neves, eu e meus alunos do 7º ano do ensino Fundamental, no Rio de Janeiro, discutimos, em uma Roda de leitura, sobre o tema “a preservação do meio ambiente”.

Os alunos expressaram sua opinião sobre o ato de caçar animais e sobre as situações em que acham que o homem deva caçar. Depois apontaram ações que podem ajudar a preservação do meio ambiente. .

Passos da roda de leitura:

1- Lemos o texto selecionado, Pássaro vertical, e, durante a leitura, discutimos sobre o tema proposto: “a preservação do meio ambiente”. Ao mesmo tempo, observamos as características formais do poema concreto:

Cantava o pássaro e voava
cantava para lá
voava para cá
voava o pássaro e cantava
de
repente
um
tiro
seco
penas fofas
leves plumas
mole espuma
e um risco
surdo
n
o
r
t
e
_
s
u
l.

2- A seguir, os alunos expressaram sua opinião sobre o ato de caçar animais e sobre as situações em que acham que o homem deva caçar. Depois apontaram ações que podem ajudar a preservação do meio ambiente. Todos que desejassem falar, assim o faziam.

3- Conversamos sobre a preservação do patrimônio cultural das sociedades como uma forma de superar a morte , e como uma obra de arte pode imortalizar uma pessoa.

4- Cada aluno opinou sobre o que podemos fazer para ajudar na preservação da qualidade de vida das pessoas, e concluíram que as relações solidárias, harmoniosas e pacíficas entre as pessoas é um modo de preservar a vida.

5- Ao produzir seus próprios textos, os alunos desenvolveram uma das idéias propostas pelo tema: as ações humanas e o aquecimento global.

Abaixo, alguns textos selecionados. Vale lembrar que são meninos da 6ª série, bem pequenos.

Textos produzidos por alunos do 7º ano

Por que isso não acaba?

O aquecimento gobal já vem acontecendo há muitos anos, e, se não bastasse, ele causa outros problemas, e um dos principais é o degelo das calotas polares. Uma das perguntas que vêm à nossa cabeça, quando pensamos nisso, é : ” quando isso vai acabar?”

Esse problema é um dos mais graves, então temos que resolvê-lo rápido, mas , se o mundo não se importa, não vai ter jeito. Nós temos que ter consciência dos erros que cometemos e fazer o possível para corrigi-los.

Isso é mais do que resolver um problema e ajudar o mundo: é uma coisa que guardaremos conosco para todo o sempre.

Caroline

A doença do mundo

É bastante triste quando nós paramos para pensar na situação do nosso planeta, pois nos deparamos com a grave questão do aquecimento global e as pessoas ainda não perceberam . O aquecimento gobal ocorre devido à destruição da camada de ozônio que é ocasionada pelo uso de ’sprays’ e aerossóis , queimadas, entre outras coisas.

Devemos nos focar no derretimento das calotas polares, que é uma das conseqüências do aquecimento gobal. O derretimento das calotas polares irá ocasionar o aumento do nível do mar e inundará as cidades. Como percebemos, o problema é grave, só falta a conscientização da população.

Mariana

O aquecimento global

Quando pensamos no aquecimento global, já pensamos no Sol destruindoa Terra, mas , na realidade, somos nós, seres humanos, somos nós que estamos abrindo um buraco na camada de ozônio que protege a Terra dos raios ultravioleta do Sol, e, com isso, descongelando as calotas polares.

O aquecimento global é causado pela poluição liberada pelos meios de transportes, movidos a combustíveis; também pelas fábricas, indústrias, queimadas e outros. Por este motivo , a temperatura do nosso planeta está aumentando e causando malefícios para os seres vivos, como doenças incuráveis, mortes, secas, degelo das calotas polares, extinção de várias espécies de animais e vegetais, e muitas outras coisas que agravam a destruição de nosso planeta.

Mas podemos combater esse problema, colocando filtros nos transportes, nas chaminés das fábricas e indústrias, para que a qualidade de nosso planeta melhore. Todos podem ajudar, até você. Em vez de ir à padaria de carro, vai com a sua bicicleta; plante uma árvore. Se todos ajudassem, ou pelo menos, fizessem isso, iria ajudar bastante.

Igor e Bruno

O aquecimento da Terra

O aquecimento global é um problema muito sério que o mundo está passando. Antes, a Terra era limpa; de uns tempos para cá, ela vem sofrendo muito, pois o homem está fazendo várias queimadas, jogando lixo nos rios, ruas, enfim, não cuidando do meio ambiente.

E, com o efeito estufa, vêm chuvas descontroladas, as geleiras estão derretendo, e os furacões formados , ciclones onde nunca teve antes. Nós temos que cuidar e preservar o que temos , para que os nossos netos possam viver tranqüilos e com uma terra menos poluída.

Mas, se quisermos, podemos reverter essa situação, plantando árvores, pois, em seu processo de fotossíntese, absorvem mais de 60% dos gases poluentes. E se nós quisermos podemos inverter essa situação e propor um futuro melhor.

Letícia e Larissa Emanueli

imagem daqui

Publicado por: denise | Fevereiro 23, 2008

Um lobo nada mau

um-lobo-nada-mau-03.jpg

A ecologia é o tema desse musical infantil de Roberto Athayde e Marília Pêra.
No palco, Ricardo Graça Melo, Maria Lúcia Priolli e Roberta Rique contam a
história de uma menina no Pantanal Mato-Grossense,
onde conhece animais de verdade.
Maura é uma menina que desobedece aos pais
e beija o focinho de Lobo, seu cachorro.
Depois de várias tentativas dos pais para explicar
que focinhos de animais não foram feitos para beijar,
a menina fica de castigo em um quarto escuro.
Lá, ela começa a ver bichos de sua imaginação,
mas a Fada Moderna a resgata e a leva para uma aventura ecológica
no Pantanal, onde a menina conhecerá animais de verdade.


Teatro do Leblon – Sala Marília Pêra
Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon, tel 2511-8857.
Sábado e domingo, 17h. Ter. a sáb., 15h/20h
Até 21 de abril.

Publicado por: Luiz Afonso Escosteguy | Fevereiro 21, 2008

Embaixadores do Clima

Muito interessante esse programa. Vale a leitura e, quem sabe, a inscrição.

 

O programa Embaixadores do Clima Módulo Escolas é destinado a escolas públicas e privadas das cidades de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. A idéia é envolver essas escolas no assunto do projeto, tornando-as aptas a multiplicarem assuntos relacionados às mudanças climáticas.

Para se candidatar a participar do programa, as escolas interessadas precisam selecionar um grupo de três alunos e um professor, da primeira ou segunda série do Ensino Médio, e criar um projeto relacionado à mudança climática que possa ser implementado com um orçamento de 5 mil reais. Depois, a escola deve entrar no site http://www.deolhonoclima.com.br e acessar o formulário de inscrição, onde irá inserir os nomes do professor e do grupo de três alunos escolhidos para representá-la. É nesse momento também que a escola descreve o projeto que imaginou.

Serão selecionadas seis escolas no Rio de Janeiro, seis em São Paulo e seis em Recife. O grupo de alunos e os professores de cada escola participarão de atividades e eventos onde receberão treinamento no tema mudança climática. A equipe precisará multiplicar o assunto para a escola e a comunidade. A cada um dos quatro bimestres do programa, uma escola entre as 18 participantes será selecionada como a vencedora do módulo estudado, e receberá como prêmio uma viagem para seu grupo e ainda uma câmera, com a qual o grupo registrará tudo o que acontecer na viagem, e os 5 mil reais de que precisa para realizar o projeto proposto em sua ficha de inscrição. Haverá viagens a cidades do Brasil e do exterior.

O site www.deolhonoclima.com.br contém o regulamento do programa e a ficha de inscrição. Veja abaixo um release do projeto:

BRITISH COUNCIL LEVA ESCOLAS CRIATIVAS

PARA CONHECER CENTROS CIENTÍFICOS DO REINO UNIDO

Projeto faz parte de programa que estimula jovens e professores a se engajarem em debates ambientais e apresentarem soluções construtivas

O programa Embaixadores do Clima Módulo Escolas, do British Council, tem como objetivo envolver professores e alunos do Ensino Médio de escolas públicas e particulares em atividades educativas sobre desmatamento, energia, agribusiness, economia e desenvolvimento, tornando-os representantes e multiplicadores do assunto em suas escolas e comunidades. O programa está inserido no projeto De Olho no Clima, através do qual o British Council procura aumentar conhecimento e ação sobre o tema mudança climática no Brasil.

Como prêmio para as escolas que se destacarem, serão organizadas viagens para cidades do Brasil e do exterior, onde os grupos visitarão instituições científicas de renome e terão a oportunidade de conhecer as soluções criativas de outras culturas.

O processo seletivo está aberto para escolas públicas e particulares de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Serão eleitas seis escolas em cada cidade (metade composta por escolas públicas e a outra por particulares). Cada colégio selecionado será representado por um grupo de três estudantes e um professor, que serão os participantes ativos no programa. Haverá um treinamento a cada bimestre para os 54 estudantes e 18 professores envolvidos. Para se candidatar, cada instituição deverá indicar uma equipe que preencha os critérios estipulados e ter uma proposta de projeto relacionado às mudanças climáticas.

Inscrições

As inscrições para o programa Embaixadores do Clima Módulo Escolas serão realizadas até o dia três de março através do site do projeto De Olho no Clima www.deolhonoclima.com.br, que contém ainda o regulamento completo do programa. Os colégios deverão preencher formulário online de inscrição, onde constará a candidatura dos representantes do colégio e a Proposta de Projeto sobre Mudança Climática. Os formulários deverão demonstrar que as escolas atendem aos critérios estipulados em cada parte da inscrição. Os colégios que apresentarem as melhores inscrições serão selecionados (seis em cada cidade). Os três estudantes escolhidos deverão seguir os seguintes critérios:

    o Ter entre 14 e 18 anos e cursar o 1º ou 2º ano do Ensino Médio;

    o Interesse pela questão ambiental;

    o Disponibilidade para participar de todas as atividades programadas (leituras, debates, apresentações, divulgações, tarefas);

    o Disponibilidade para viajar para cidades brasileiras ou para o exterior se necessário;

    o Habilidades de comunicação e liderança, que deverão ser julgadas pela escola.

Treinamento dos Representantes do Colégio

Colégios do Rio de Janeiro, São Paulo e Recife nomearão um grupo de um professor / coordenador e três estudantes para representar o colégio no programa. Os grupos selecionados integrarão um programa de treinamento bimestral composto por workshops; seminários com especialistas do Brasil e do Reino Unido; atividades para capacitar estudantes a multiplicarem os conhecimentos adquiridos em seus colégios e comunidades; dicas e orientação para representar o Brasil no exterior e atividades on-line por meio de um site inovador e interativo.

Proposta de projeto sobre mudanças climáticas

Como parte da solicitação, cada colégio terá de apresentar uma proposta para um projeto de mudança climática a ser desenvolvido no colégio. Esta proposta deve atender os seguintes critérios:

o Projeto a ser desenvolvido com orçamento de no máximo R$ 5.000;

o Deve ser inovador para o colégio;

o Deve atender às necessidades da comunidade;

o Ser original e criativo;

o Viável de ser implementado;

o Deve envolver o colégio e a comunidade em um esforço educacional;

Prêmios em Viagem

O colégio que apresentar a melhor tarefa ganhará viagens que serão organizadas pelo British Council ao longo do ano e ainda uma câmera digital para registrar a viagem de prêmio do grupo e ações da comunidade. Todo o material será editado e estará disponível através do site do projeto De Olho no Clima.

Viagem prêmio categoria Desmatamento

· Viagem ao Acre, para um seminário com seringueiros, organizado por Paul Heritage e o grupo de produção teatral da Inglaterra equipes Young Vic;

Viagem prêmio categoria Energia

· Excursão às instituições do Reino Unido sobre mudança climática e uma visita a um projeto de comunidade local bem sucedido em economia de energia;

Viagem prêmio categoria Economia / Desenvolvimento

· Excursão a instituições do Reino Unido sobre mudança climática e uma visita a uma empresa ecologicamente amigável.

Viagem prêmio categoria Agronegócio

· Excursão a instituições do Reino Unido sobre mudança climática e uma visita a uma fazenda sustentável e ecológica.

O British Council é a organização internacional do Reino Unido para oportunidades educacionais e relações culturais. Seu trabalho busca estabelecer a troca de experiências e laços que gerem benefícios mútuos entre o Reino Unido e os países onde está presente por meio da atuação em cinco áreas: Educação, Língua Inglesa, Ciências, Artes, Governança / Direitos Humanos. A organização atua em 223 cidades e 109 países, com parceiros como os governos locais em diversas instâncias, organizações não-governamentais e iniciativa privada. O British Council é uma organização apolítica que trabalha em conjunto com o governo britânico, promovendo oportunidades iguais a todas as pessoas. No Brasil, tem escritórios em Brasília, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. Para mais informações, visite o site www.britishcouncil.org.br

Estou à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Abraços e obrigada,

Camila Leporace

Climate Change E-Marketing Officer

British Council

camila.leporace@britishcouncil.org.br

Creating opportunity for people worldwide.

www.britishcouncil.org.br

Publicado por: Luiz Afonso Escosteguy | Janeiro 19, 2008

Crianças na trilha da reciclagem

Este post foi escrito por Denise Rangel para o Faça a sua parte:

Uma área lúdica voltada à conscientização da importância da reciclagem para o futuro do planeta e dedicada a crianças com idade entre 4 e 12 anos, está aberta no Internacional Shopping Guarulhos desde quinta-feira, dia 17, e continuará até 31 de janeiro – das 12h às 20h.

O espaço “Trilha da Reciclagem” tem como principal objetivo conscientizar as crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente, através de ações como a coleta seletiva e a reciclagem. Durante o passeio, cujo acesso é gratuito, serão apresentados os processos de reciclagem e a composição das embalagens longa vida, além de produtos fabricados a partir de cada uma delas.

“As crianças são grandes multiplicadoras da cultura de preservação do Meio Ambiente, afirma Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak. “Em nosso programa de educação ambiental, que já beneficiou mais de 6 milhões de crianças em todo o Brasil, constatamos que são as crianças que ‘educam os pais para iniciar a coleta seletiva dentro de casa”.

A marca Toddynho, sempre atenta às ações educacionais de sustentabilidade e buscando estreitar relacionamento com a comunidade que mora na cidade de Guarulhos, onde se encontra a fábrica de Toddynho, optou por patrocinar a ação na região.

As embalagens longa vida da Tetra Pak, utilizadas nos produtos Toddynho, são 100% recicláveis, compostas por camadas de papel, plástico e alumínio, que proporcionam maior proteção ao alimento envasado, garantindo a sua qualidade, e sabor.

A reciclagem contribui para a limpeza urbana, além de reduzir a exploração de recursos naturais e consumo de energia, melhorar a qualidade de vida da população, contribuir para diminuir a poluição e gerar empregos e receita através da comercialização dos recicláveis.

Serviço:

Espaço “Trilha da Reciclagem”

Internacional Shopping Guarulhos

Rodovia Presidente Dutra, km 230

De 17 a 31 de janeiro – das 12h às 20h

Entrada gratuita

fonte: Guarulhos web

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